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Esse artigo é para pais que buscam estabelecer o respeito familiar. Mas, também para qualquer pessoa que tenha reticências quanto a questão do medo e do respeito.

“Um tapinha não mata”, mas quem dá uma “tapa” querendo corrigir algo? Quem se ilude com isso? Revolta e raiva são os motivadores desse tipo de violência – sim: com “razões”ou não, é uma violência.

Há casos e casos, e não há como generalizar. Motivos para revoltas e raiva  você terá muitos, porém para o tapa em si serão dois motivos: revolta ou raiva – ou qualquer derivação desses dois sentimentos.

“ele me deixou preocupada”, “eu quase atropelei alguém atrás dele”, “arrumei confusão com todo mundo por causa dele”, “que vergonha você me fez passar” – tudo isso provoca raiva e/ou revolta, e por isso você bate.

Depois desse tapa ele vai aprender” -  Talvez aprenda que “toda ação gere uma reação”, “tudo tem seu preço”, “se fizer de novo saberá a conseqüência (o tapa)”.

 

Uma mãe está preocupada que o filho saiu 14h, quando são 18h já está desesperada, pensando um milhão de coisas – afinal a TV está ai para mostrar que “bicho papão” existe, muitos – 21h a criança chega. O alívio é curto, dá lugar rapidamente para a raiva. Ele foi à casa de um amigo, ficaram jogando vídeo game, e perderam a noção da hora, esquecendo de avisar. Ele então leva uma surra para nunca mais sair sem avisar.

 

Por que você não ficou indiferente a esse sumiço?  Por que ficou tão preocupada? Resgate essas emoções.

 

E o que a criança sabe do que você sentiu? Seja amor, preocupação, decepção... Onde depois do susto, ficou o diálogo para introduzir o valor de respeito que você quer construir na relação familiar?

 

Os relatos a seguir são reais - a escola descobriu as marcas no corpo da criança, após chamá-lo para advertir de uma briga com um coleguinha. Um amigo o provocou, ele achou que amigo estava errado, o estressando , e o agrediu, foi essa sua justificativa. A escola ao lhe advertir, observou as marcas no seu corpo, não foi da briga na Escola sem grandes consequências. Havia sido a primeira vez que sua mãe lhe bateu. Assim, foi também a primeira vez que a criança se envolveu numa briga na escola, até então era visto como o menino inteligente e amoroso. SIM! As crianças aprendem o que vivenciam. A agressão para ele passou ter razão em alguns casos. E só precisou de uma primeira vez... cada um tem seu nível de sensibilidade.

 

“Ele sempre obedeceu, o pai falava  respeitava na hora, mas desde os treze anos que não obedece, bate a porta, responde, só quer ficar na rua, trancado no quarto. Esses amigos dele...”

“Já tentei tudo, não adianta”.

É comum ouvir essas colocações de pais. Geralmente essa mudança não é repentina. Crianças crescem – matura e fisicamente. E se depois de uns “tapas” ou mesmo apenas ameaças deste, seu filho aprendeu e nunca mais desobedeceu até tal idade (geralmente onze anos), não é surpresa algumas mudanças. Ele provavelmente perdeu a “obediência” porque o que ele precisava aprender e nunca teve chama se RESPEITO.

 

Respeito, segundo o dicionário:  Ato ou ação de respeitar. Sentimento que leva a tratar alguém ou alguma coisa com grande atenção, profunda deferência; consideração, reverência: respeito filial.

 

A obediência e acatamento as regras estão movidos por essa ação.

 

Vamos ao crescimento – A maturidade – A passagem dos onze para os doze anos (há variantes, mas essa deveria ser a idade) há uma passagem da infância para a adolescência. Seu filho vai começar conhecer o mundo com novos olhos. Começa a fazer diferença a forma que os pais se tratam, as condições sociais na qual vivem, começam a querer participar da vida familiar e social. Substituem as perguntas engraçadas da infância, por afirmações e conclusões, quando não opiniões e intromissões inusitadas da adolescência. Começam a achar que não precisam dos pais para certas coisas.

Do crescimento físico – colocamos a forma de lidar fisicamente. Ele te obedecia devido a correção física não era? Era sim, você que atribui outros valores aos “tapas” ou ameaças, mesmo que nunca tenha feito de fato.

“Eu não vou tirar nota vermelha porque meu pai vai me bater”

Minha mãe me mata se eu chegar tarde” ( A mãe pensa “Ela não é doida, ela me conhece” relatando a certeza da obediência da filha.)

Mas, agora eles estão literalmente grandes, mesmo que seja só teoria infanto-juvenil (existem várias), acreditam que sabem se defender, quem tentar bater neles não vai conseguir, ou vai levar o “troco”.

Essas supostas reflexões não são assim tão claras para todos, talvez seu filho não fique pensando desta maneira propriamente, assim como você não pensou quando o ameaçou ou bateu “eu estou com raiva, não importa o resto, você não vai fazer isso de novo, me deixar assim”. São reflexões que podem ser inconscientes, mas tem tanto efeito na hora de agir quanto quando consciente.

 

"Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia" Mahatma Gandhii

Na falta de pensar, de alinhar o que pensou, disse e fez, agora não é o mundo que rouba o seu filho. Não é uma mudança drástica e repentina. Seu filho não deixou de obedecer. Talvez, seu filho só tinha medo de você e nunca te respeitou, porque nunca soube o que era respeitar, ou quanto isso era importante para você. Talvez, nem você tenha tido isso muito claro, no processo em que você aprendia ser mãe/pai. Afinal, este também é um processo. E cada filho, é aprender de novo. Cada um tem sua personalidade, nasce em um contexto diferente. O primeiro tinha só os pais de base, o segundo já tem uma presença do irmão... Cada ser é único. E cada pai e mãe serão únicos, em cada fase de sua vida, com cada filho que tiver. O que não difere o amor que tem por eles.

 

“Eu Não vou tirar nota vermelha, porque eu vou perder tempo para recuperar, não vou poder fazer outras coisas que gosto, e meus pais irão ficar decepcionados, porque eles me amam e se dedicam como podem para que eu tenha uma boa educação”

O pensamento acima seria um resultado de uma educação com base no respeito.

Pensamentos, intenções  - algo muito subjetivo que nos remete diversas discussões. Mas, lembrem-se - irão REFELETIR literalmente – como um espelho – tudo aquilo que vivenciam. No mais eles não poderão adivinhar, e aprenderão com o tempo e a vida, e que não seja tarde para determinadas coisas.

 

Se você bate só em casos extremos, e seus pais lhe bateram nem por isso você se tornou uma pessoa ruim (e isso justifica você refletir como um espelho a mesma ação sobre seus filhos) lembre-se e se responsabilize que você está dizendo “Um tapa é feio, eu não queria te bater... mas eu faço para te corrigir,  a raiva justifica o tapa, e você está errado” – tem algum cabimento nisso?

 

Coloque essa frase na cabeça do seu filho, e entenda porque quando ele tiver tamanho suficiente, acreditará que cada “desobediência”, sejam agressões físicas ou em palavras (que muitas vezes dói mais) têm explicações, mesmo que ninguém mais as compreendam. E que isso NÃO comece antes desse crescimento físico para com os responsáveis, afinal se vai demorar um pouco para olhá-los na mesma altura, já estarão encarando “de igual” os coleguinhas da rua ou da escola.

 

“Mas eu conversei sobre tudo isso com ele, expliquei tudo”

 

Como explicou? Como foram essas conversas?  Uma explicação não anula a outra. Com que atitudes você tem educado seu filho? Não vale dizer “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, ai você não terá compreendido nada, sendo covarde e tratando com descaso seu bem mais precioso “seu filho”. Se quiser ditos populares, fique com “errar é humano, cometer o mesmo erro é burrice”. Não há culpados quando há boa intenção e amor. Evoluir é um processo contínuo.

 

Por pais que astralizam!

 

*Todas as frases citadas como suposição foram ouvidas por país em acompanhamento psicossocial. 

**Muitas vezes, mesmo conscientes, sem intenção, não conseguimos lidar com algumas explosões de emoções prejudiciais, e isso pode tratar-se de dificuldades pessoais internas. Consultar um psicólogo ou grupo/profissional terapêutico pode ajudar. 

 

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Quer saber como financiar uma viagem com data apenas de ida, como conseguir os vistos, transitar com carro e habilitação nacional. Será que tem como ganhar dinheiro fazendo isso? Um casal sobrevive tanto tempo junto? Quer saber tudo sobre como encarar uma “volta ao mundo”, ou simplesmente conhecer alguns lugares através de um casal simpático que compartilha dicas de viagem diversas? Conheça então o casal SPENCER!

A decisão e o planejamento

Leonardo e Rachel trabalhavam no setor bancário, tinham uma vida estável, e um determinado momento tiveram o insight que a ideia de viajar não poderia mais ser adiado.  E assim, estão na estrada desde maio de 2013, já visitaram mais de 40 países, passando por 3 continentes. É assim que se apresentam na sua página do facebook, que tem seguidores de todo canto do planeta.

"Califórnia em junho de 2011, nessa época o Leo tinha acabado de comprar um apartamento e não tínhamos planos de morar fora. Viajar sempre estava nos planos mas somente como turismo" Rachel Paganotto

Em sua página oficial é possível ver quanto gastam por dia, qual a fonte desse dinheiro, qual o carro que optaram para a aventura, como fazem para transportá-lo para outro continente, os valores deste, os vistos. Compartilham como conseguem o dinheiro para se manter no dia-dia. Eles divulgam tudo, ABSOLUTAMENTE TUDO. Com muita simpatia os seguidores os enchem de perguntas, e mesmo planejando cada passo da viagem, gastando mais tempo com coisas simples, e dependendo de wifi, respondem a todos com muita simpatia (só acessar Planejamento>Perguntas e Respostas).  Algum seguidor tem outra definição para o casal?

Status da viagem até a data dessa publicação

Alguns gostam tanto do casal que sugerem que postem menos na página, para aproveitar mais o tempo, mas faz parte de suas metas, previamente planejadas antes de iniciar a aventura. Afim de atingir objetivos pessoais de conhecer mundo, culturas, pessoas, uma nova rotina, e a intensidade de cada dia, trazer com eles novas expectativas, o casal também tem desígnios profissionais. Já escreveram um livro, porém pretendem publicar outros registros, dar palestras, consultoria, comercializar as fotografias, e de outras maneiras, que amadurecem à medida que acumulam experiências. Com certeza cada lugar traz uma inspiração.

O primeiro ano de aventura do casal pode ser conferido no site, mas também no primeiro impresso, disponível a venda no site: LOJA VLE - O livro, e outros produtos - como   camisas exclusivas e canecas foram financiadas a partir da arrecadação no valor de R$ 49.300, de 680 colaboradores (Fonte: Catarse). O Casal já possui algumas parcerias, conseguindo hospedagens, entre outras coisas. Veja abaixo todos os canais e respectivos links para mais informações.

 

CANAIS VLE

Veja os canais oficiais para acompanhar o casal:

Site Oficialwww.viajologoexisto.com.br/

Facebook - facebook.com/pages/Viajo-Logo-Existo/

Instagram - do VLE @vleoficial , do Leo @lspencer e da Chel @rapaganotto

Twitter -  @viajologoexisto 

Vídeos: www.youtube.com/viajologoexisto

 

Perfil 

Leonardo Spencer Rachel Paganotto
Nascido: Em São Paulo, 01/03/1984  Nascida: Em Santa Maria - RS, 20/12/1985
Profissão: Administrador, com 21 anos foi aprimorar o inglês na Austrália, e logo fez MBA no país, conseguindo no retorno um cargo na tesouraria do Citibank no Brasil. Profissão: Economista, também trabalhava no Citbank no Brasil
Hobby: Surf, fotografia e viajar. Hobby: Cozinhar, ajudar ao próximo, e claro viajar.

 

Mais CANAIS 

Mulher na Estrada: A Chel (após conhecer seus canais, ficamos íntimos rapidamente), por exemplo, tem um canal voltado para questões femininas – cuidados pessoais (cabelo, unhas, roupas...) e do corpo (saúde,TPM...), sem frequentar salões, em movimento, frequentando banheiros de diferentes lugares, são coisas a se pensar antes de encarar a aventura. Clica aqui!

VLGourmet : Outro espaço exclusivo da Chel onde se dedica a falar das comidas que tem experimentado nas cidades por onde passa. Viajando ou não, só precisa gostar de culinário, ou melhor ainda, comer humhumhum Clica aqui! 

Vle Social : A Chel quando diz gosta de ajudar os outros não brinca em serviço, e juntos, acreditando na fidelidade dos seus seguidores dividem seus ideais através deste espaço. É muito fácil ajudar, e se inspirar, acompanhe visitas institucionais e alguns apoios - Clica aqui! 

Para quem ama Fotografias e curte Surf, o Leo tem registrado tudo. No site indica todos os equipamentos utilizados para os registros, e onde tem ondas e pranchas, ele pega a rota. Além do VLE, os site do Leo reúne seus melhores registros http://leonardospencer.com/

As dicas são completas e sobre tudo, servem para quem quer apenas escolher um destino, ou quem deseja fazer o mesmo, largar tudo e cair na estrada. E se por acaso o casal ainda não passou por sua cidade, e esta faz parte do roteiro futuro, terá chance de conhecê-los.

Abaixo, vídeo do Coyote, o carro escolhido, equipado e testado no Brasil, antes de saírem por ai. Carro, equipamento, e acampamento foram testados ainda próximos de casa. Todo cuidado foi pouco para os Spencer's.

 

Hospitalidade e Amigos na Estrada – curiosidades de quem conheceu o casal

O casal tem reencontrado amigos que há muito tempo não via, como feito novos amigos, que os hospedam, são guias locais ou simplesmente marcam um encontro, uma roda de bate-papo. Longe dos familiares, esses têm que viajar para encontrá-los.

O Rodrigo Cabral foi um dos seguidores no facebook que gentilmente ofereceu hospedagem na sua casa, em Londres. Mas a cidade da Rainha só entraria no roteiro do casal depois de um ano. Como todos que gostam, Rodrigo compartilhou com outra amiga a página, esta também fez contato com o casal, e os hospedou em sua passagem pela Alemanha. Nesse período o casal estava sem o carro, que ainda estava sendo transportado para Europa, e então utilizavam serviço de um SITE DE CARONA. Esse tipo de site e outras alternativas de transporte e hospedagem podem ser encontrado no site VLE.

Um ano depois Rodrigo foi essencial, o casal ficou 35 dias em sua casa, parte com o anfitrião, e outra sozinhos, quando este viajou. Foi a parada mais longa do casal. Onde iniciaram a produção do segundo livro, colocaram os e-mails em dia (até com o Astraliza!), fizeram chekup médico, entre outras coisas mais rotineiras/burocráticas, que não era possível na estrada.

Rodrigo constatou o que vemos na rede, o casal é muito simpático e tranqüilo. Entre as curiosidades que compartilhou conosco, que o interesse da Chel por comida faz jus no prato, ele garante, que depois de um bom tempo, aproveitou muito o fato de chegar do trabalho e encontrar comida caseira e saborosa feita pela Chel. O casal não consome bebida alcoólica, não esticando muito nas baladas noturnas, e já são reconhecidos na rua, principalmente por brasileiros. Imagina quando reproduzirem o conteúdo em inglês!? #ficaadica

Rodrigo Cabral compartilhando seu lar com Rachel.

Diferente do Rodrigo, o Raphael Bueno já conhecia a Chel há mais de 10 anos. Cursaram faculdade juntos em São Paulo, e nos últimos quase três anos morando na África do Sul mantinha o contato via internet. Então, acompanhou o projeto do casal desde inicio, e com certeza os aguardava quando o destino fosse a sua atual localização. Novamente o casal estava sem carro, ainda em transporte para o continente Africano, atual rota do casal. O amigo prontamente os buscou no aeroporto.

Raphael pode compartilhar conosco, além da simpatia do casal, o que ele mais admirou – a paciência! Quem conhece a história e acompanha, sempre se imagina no lugar com o companheiro, e pensa “como sobrevive a relação”, “como não se estressam passando 24h por dia juntos?”. O próprio casal confirmou em sua página, respondendo a pergunta do internauta André Taiariol, que isso também foi pensado:

“Bom, para ser bem sinceros, nós nunca brigamos muito, então achávamos que isso não seria um problema na viagem, sempre tivemos uma ideia clara que queremos nos ajudar, cuidar um do outro, a base muito sólida. Sobre orgulho você optou estar com aquela pessoa, decidiu casar com ela, orgulho é importante para as suas realizações, mas ter orgulho para não admitir que errou, ou quem está certo ou errado, isso nem existe na nossa relação. Tem que escolher para o que quer brigar, não dá para discutir porque errou o caminho, isso é muito pequeno, não pode virar uma briga, são cinco minutos a mais na viagem, para quem vai ficar três anos na estrada, isso não pode fazer diferença. E isso vale para a vida mesmo sem estar na estrada, no trânsito, na ida pra praia, o Leo sempre falava uma coisa que acho que conseguimos implementar bem: nossa vida já era tão caótica em São Paulo, com transito, chefe, trabalho, que a pessoa que está do seu lado tem que te trazer coisas boas, paz e não briga, birra e orgulho”.

A Chel é uma fofa! E o casal super maduro, não?

E o amigo  Raphael constatou “Eu acho que eles se complementam muito bem. Só olhando o fato que eles vivem 24hs/7d/s juntos é super admirável! São super easy going, topam tudo, não tem tempo ruim para absolutamente nada! Às vezes, eu fico até sem graça e preocupado se eles estão curtindo o que eu pensei em fazer ou não, porque eles são super tranquilos. E se tem algo que eu posso dizer que eu estou tentando aprender com eles é paciência!”

Raphael Bueno (centro) e o casal.

Dizem que os opostos se atraem, mas na verdade energia boa é que se atrai e soma. O Raphael tem sido um amigo muito gentil. E na passagem por sua casa, Leo tem aproveitado para jogar Playstation (algum rapaz ai se identifica?), enquanto as moças fofocam.

Conheço mais o casal com esse bate papo, onde falam da rotina do casamento, sim eles tem rotina!

Esse artigo está na categoria Turismo, mas poderia estar em Mundo, Entretenimento e Comportamento. Já conhecemos histórias de pessoas, casais, famílias inteiras que mudam suas vidas e passam a dar a volta no Planeta, mas sem dúvida Leo e Chel se diferenciam pela simpatia, transparência, organização e exemplo de pessoas. Esse casal realmente ASTRALIZA!

Enquanto os seguidores vão acompanhando as aventuras na África, qualquer um pode saber mais e ver tudo que já fizeram visitando os links aqui divulgados. Corre e confira!

Quem gosta de Astralizar e, entre outras coisas AMA VIAJAR, curte nossa PÁGINA, e some ao seu perfil!

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Sempre ouvimos dizer que somos o que ouvimos, ou lemos , ou escutamos. Somos também o que falamos! E se olharmos ao avesso isso tudo? Justamente revelamos o que não somos diante do que consumimos ou falamos.

A TV, a música, a influência das pessoas a nossas volta nos consomem o tempo todo, as imagens e sons ficam em nossa mente. Quando assistimos um filme ou um seriado, quanto tempo perdemos imaginando o que faríamos no lugar do personagem, ou como seria melhor outro desfecho na história. Assiste um programa como “The Voice”, imagina qual música iria escolher para cantar, uma performance , "não espera, não sei cantar”. Ou para quem gosta futebol, quantas conversas só para dizer qual seria sua escalação ideal. Sim, perdemos tempo nas hipóteses do que não passa de ficção. Mas, este tempo perdido não necessariamente é uma coisa ruim, e não vamos entrar nessa questão.

Mas, se repararmos, um livro pode nos levar ficar cegos a tudo em nossa volta, podemos ficar solidários a causas nunca antes pensadas por nós mesmos, ouvir “Pretty Woman” pode deixar uma mulher se sentindo linda, Ivete Sangalo pode querer tirar pé no chão, ou te deixar desesperado, se faltam alguns dias para o carnaval e você está lamentando que não irá para a terra da Baiana (espera, está ficando autoral). Músicas podem te deixar triste ou alegre, filmes podem te fazer pensar em coisas inusitadas, pode fazer sonhar casar com melhor amigo, sair curtindo a vida a doidado, ou até ter um urso falante sacana; bundas podem deixar povo todo tarado, uma boa pregação pode te converter, mulheres podem até se apaixonar pela Paola Oliveira.

Então, temos parar de ver e ouvir tudo,? Sermos completamente seletos ?

Não necessariamente, onde há valores e senso crítico, tudo pode ser puro entretenimento, ou espaço para exercer o este senso.  Mas, para aqueles que assim não o são, ai sim, tudo que assiste, lê ou escuta pode revelar neste todas suas ausências, o quão vulneráveis são.

O selfie é controverso a isso, e a contraversão tem o seu “Quê” de vulnerabilidade. As pessoas que mais postam fotos de si parecem as mais perdidas. Sua história de vida é vazia de cenário, e outros personagens, é o mesmo rosto e mesmo ângulo todos os dias, várias vezes por dia. Postam uma frase Cristã – ilustração: próprio rosto; postam frase de amor – ilustração: próprio rosto, postam sobre a paz no mundo – ilustração o próprio rosto. Logo, dá uma sensação que essas pessoas não conseguem olhar além de alguns palmos do próprio nariz (o pau de selfie aumentou esses “palmos”), e o selfie , como um modismo, nos mostra muitos desses seres que são tudo que estão diante dos seus olhos ou ouvidos.

Uma vez atendi um adolescente que estava chocando a mãe porque usava calça feminina, e sempre estava mudando de estilo, andava com más companhias, reproduzindo atitudes que não iam de encontro aos valores que a família tentava estabelecer, ou seja, parecia muito vulnerável e esquisito. O adolescente então, disse que não gostava de ser como todo mundo. Não tão simples, após vários atendimentos, o adolescente resolveu seus problemas, e tranquilizou sua mãe, quando percebeu que a fixação de não ser como todo mundo, em alguns momentos quando o mundo estivesse ditando a moda de alguma coisa que ele realmente gostava, ele estava abrindo mão, sem perceber, de si mesmo. Mudou algumas de suas amizades, por entender que pessoas que crescem juntos, ou simplesmente em algum momentos se identificaram, ou viveram algo especialmente comum, podem mudar, e tomar caminhos diferentes. Começou namorar, parece ficou mais fácil se abrir ao outro após se abrir, e ainda não sei se foram “felizes para sempre”.

Enfim, esse adolescente não queria ser nada que via, lia ou escutava, porém a grande maioria se converte com tudo. E desta forma quem são essas pessoas?

Quando faltam os valores e senso mencionado, reproduzir e sentir tudo que vê, lê e escuta revela justamente tudo que essas pessoas não são em sua essência.

Cabe a nós nos entretermos e escolhermos a melhor versão se si mesmo.  Então, se você sabe o que quer ou tem seus instrumentos para se guiar por qualquer mar ou vento, não se preocupe em ser julgado pelo o que consome você pode não ser nada disso, e só você – espero – sabe. É bom que saiba, ou é melhor começar se preocupar, mas também, não tanto, evoluir e conhecer-se é um processo constante, assim como “quando temos todas as respostas, mudam todas as perguntas”, assim somos, estamos sempre mudando, e tendo que nos redescobrirmos. Mas, se a base de nossa gravidade é o “chão”, também temos algumas bases essências que ajudam a manter o equilíbrio diante das mutações.

Falando em influências, vou ali ouvir um Tim Maia,  “pois bem cheguei, quero ficar bem à vontade, na verdade, eu sou assim, descobridor dos sete mares, navegar eu quero...” Obrigada por navegarem comigo. Pensa diferente? Comenta >>>>>>AQUI!

Feliz carnaval e lembre-se: "não use a festa como desculpa - trai quem é trouxa, chapa porque quer, engravida por burrice, pega viado porque gosta" - uma sátira que roda na internet - mas, o bom mesmo é viver a alegria da nossa realidade! Bom feriado!

 

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Sempre fomos alertados, para evitar gripes ou resfriados, devemos lavar as mãos, descansar bastante, e evitar pessoas tossindo ou com coriza, mas novas pesquisas sugerem outra linha de defesa: abraços. Essa manifestação involuntária intrínseca a história da humanidade vem sendo cada vez mais estudada, não mais como algo abstrato, mas cientificamente, com benefícios físicos. Vale de bichos também!

 

O Abraço e a Gripe

Uma pesquisa publicada no “Journal Psychological Science” e desenvolvida por um grupo de investigadores da “Carnegie Mellon University” mostra que um abraço ajuda a prevenir a gripe, ou reduzir seus sintomas.

A investigação sugere que uma ligação social sólida protege-nos da ansiedade, do stresse e da depressão. De acordo com o mesmo estudo, estes fatores influenciam a prevenção de uma gripe. Durante 15 dias, os investigadores observaram 404 adultos saudáveis e tentaram perceber quais os seus níveis de interação e apoio social. Perguntavam a cada um se tinham sido abraçados naquele dia e se tinham tido algum problema com um familiar ou um amigo. Foram-lhes administradas pequenas gotas nasais com o vírus da gripe. Depois, os voluntários foram colocados num hotel durante uma semana e os sintomas que iam surgindo foram monitorizados pelos investigadores. As pessoas que recebiam mais abraços e tinham um maior apoio por parte dos familiares e amigos tinham menos sintomas do que os restantes.

“Há várias evidências que mostram que o toque pode proteger as pessoas de vários sintomas”, afirma Sheldon Cohen, professor de psicologia da Carnegie Mellon.

Japoneses já criaram uma cadeira que abraça, só esqueceu que abraço não é enlaçar o corpo, é um toque vivo, caloroso, cheio de significados simbólicos, porém, com efeitos que vão além do emocional.

 

O Abraço e os animais

 

Chimpanzé emociona ao ser libertada e abraçar espontaneamente a primatóloga britânica Jane Goodall

 

O abraço não se restringe as relações humanas, é nítido entre animais que se abraçam a afetuosidade e proteção, e consequentemente outras qualidades podem ser observadas. Entre humanos e animais de estimação, pesquisas mostram que pessoas que possuem animais se sentem menos sós do que quem não tem, crianças que têm animas possuem maior auto-estima, pacientes cardíacos com estes animais têm menos taxas de mortalidade. Pesquisas também sugerem que estar perto de animais de estimação alivia estresse e diminui pressão sanguínea e frequência cardíaca. Os animais também oferecem suporte social para pessoas inválidas e solitárias, melhorando a saúde mental.  

 

Clique aqui para ver o vídeo referente a imagem acima - Libertação do Chimpanzé.

 

Movimento “Abraços Grátis”

Às vezes, um abraço é tudo que precisamos, acredita o australiano Juan Mann, que iniciou o movimento Free Hugs (ver mais), após retornar a sua cidade natal (Sydney), e perceber as pessoas ao seu redor se abraçando, e ninguém lhe esperava, com papelão e caneta, naquele momento se tornou um homem que estabeleceu que sua missão na Terra era abraçar um estranho para iluminar sua vida.

 “Ver alguém que uma vez estava franzindo a testa, sorrir, mesmo por um momento, vale a pena o tempo todo”. Chris Mann

 

Curiosidade: Juan precisou de autorização para o movimento, foi parado por guardas, pois se alguém lhe ferisse, a Prefeitura seria responsabilizada; dia 22 de maio foi considerada o dia do abraço por causa do seu movimento; Juan um dia abraçou a artista Shimon Moore, vocalista da banda Sick Puppies, que passou registrar a ações dele, e fez um clipe musical que atingiu muitas visualizações – veja aqui.

Juan Mann

 No Brasil, temos vários adeptos ao movimento “Abraço Grátis” – veja aqui.

 

Oxitocina

Para entender os efeitos físicos, é necessário buscar sobre esse hormônio. Conhecido como “Ligação do Amor”. Produzido pelo hipotálamo e armazenado(a) na Neuro-hipófise posterior (Neurohipófise) ,que tem a função de promover as contrações musculares uterinas e reduzir o sangramento durante o parto, para estimular a liberação do leite materno, para desenvolver apego e empatia entre pessoas, para produzir parte do prazer do orgasmo, mas que também produz medo do desconhecido. (Wikpédia)

 

É simples conferir se os efeitos são reais – comece a compartilhar abraços. Permita o estímulo natural, pois apenas dar os braços, repetir gestos, como políticos, não haverá efeitos.

Um grande abraço...Astraliza!

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