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terça, 23 agosto 2011 23:14

A cultura de um país rico

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Há uma semana o mundo ficou chocado, e alguns poucos sensibilizados com a notícia de que nos cinco meses que se seguiram ao desastre causado pelos terremotos e tsunami no Japão, as pessoas devolveram milhares de carteiras encontradas nos destroços, contendo dinheiro no valor de 33,3 milhões de euros. Mais de 5.700 cofres que deram à costa também foram devolvidos à polícia pelos voluntários nas buscas e equipas de salvamento. No seu interior, as autoridades encontraram cerca de 20,8 milhões de euros em dinheiro. A Agência Nacional de Polícia afirmou que quase todos os bens encontrados nas três províncias mais afetadas foram devolvidos aos seus donos.

Um texto que circula na internet, como tradução de Jorcelangelo L. Conti, reflete bem essa cultura Japonesa refletida em atitudes incompreendidas por um mundo que se enconde em frases feitas como "achar não é roubar". Segue:

Investigações demonstram que a diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade. Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2.000 anos e ainda são muito pobres.

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que apenas 150 anos atrás eram desconhecidos, hoje são países desenvolvidos e ricos A diferença entre países pobres e ricos tampouco está nos recursos naturais disponíveis. 

O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. Este país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Outro exemplo é a Suíça, que não produz cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, produz laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que oferece uma imagem de segurança, ordem e trabalho, transformando-o no caixa-forte do mundo.

Executivos de países ricos que se relacionam com países pobres evidenciam que não existe diferença intelectual realmente significativa. A raça, a cor da pele tampouco são importantes: imigrantes qualificados como preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos. 

Onde está, então, a diferença? 
A diferença é a atitude das pessoas, moldada no decorrer dos anos pela educação e pela cultura.

Ao analisar a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida: 

1. A ética, como princípio básico. 
2. A integridade. 
3. A responsabilidade. 
4. O respeito às leis. 
5. O respeito pelos direitos dos demais cidadãos. 
6. O amor pelo trabalho. 
7. O esforço para economizar e investir. 
8. O desejo de superar. 
9. A pontualidade. 

Nos países pobres, apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária. Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.
Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e assumir esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas. 

SOMOS ASSIM POR QUERER TOMAR VANTAGEM SOBRE TUDO e TODOS.

SOMOS ASSIM POR VER ALGO QUE ESTÁ MAL e DIZER: “DEIXA COMO ESTÁ”

DEVEMOS TER ATITUDES e MEMÓRIA VIVA SÓ ASSIM MUDAREMOS O BRASIL DE HOJE! 

Provavelmente você é uma dessas pessoas que faz a diferença e luta para mudar nossa sociedade corrupta e sem princípios. Mas não esqueça que ainda existem muitos necessitando entender que a falta de princípios é a raiz da miséria. 

Os pensamentos geram atitudes.
Atitudes geram hábitos. 
Hábitos geram um estilo de vida.
Estilo de vida é o reflexo do caráter. 
O caráter de um povo é o reflexo daquilo que ele pensa. 
E seus representantes no governo, por isto, não pensam diferente. 

Nós somos o que pensamos e não o que pensamos que somos.

***

Quem buscar ler as cartas de japoneses vítimas, irá entender a forma de pensar dos japoneses e irá ler sobre o que é ter consciência de sí, do seu povo, criança que compreende o conceito de sacrifício para o bem maior, deve ser uma grande sociedade, um grande povo. Naquela ocasião muitos já questionavam, porque aquele povo não deixava o seu lugar. A resposta - o jeito de pensar japonês.

Fica a reflexão, e o espaço comentários para as considerações.

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